Poucas povoações como Vilar Maior, tinham (ou têm), para além de uma praça, tantos largos. Bonita esta palavra, não é? Em desuso também com a perda das funções que os largos desempenhavam. Eram assim, como uma espécie de salas de espera, de salas de estar onde se desenrolavam conversas, jogos ou se aparecia um realejo o suficiente para despoletar um bailarico. Por vezes, palco de discussões acalorados ou mesmo de barulhos sangrentos. Tudo se passava no largo. Os vizinhos do cimo da vila tinham como principal, para além do comum e sagrado adro, o largo das Lajes; O largo das Portas, comum também, era mais um hall de entrada; depois havia o Terreiro, junto da Misericórdia.
E havia, há o Largo do Pelourinho onde a velhíssima acácia parece remoçar a cada ano que passa.
Retirada que foi a calçada primitiva (que não sei se sonho se era realidade tinha um desenho geométrico) está calçado da mesma pedra das outras ruas, nada que o singularize.
Foi deixada uma parte em terra com intenção de colocar floreiras e/ou jardim. O único problema que perspectivo é se vai haver alguém que o cuide. E se não houver, o melhor mesmo era ficar calcetado.
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