Domingo, 18 de Janeiro de 2009
Por associação, que é asim que o nosso espírito se move, de Tony de Matos de que não encontrei a música para «Ó minha terra», para o poema de Fernando Pessoa e daí para a música do mesmo Tony de Matos - Cartas de Amor, de que também não encontrei a música, que todos temos em nós, para a música deMaria Bethânia:
http://br.youtube.com/watch?v=ngYPGWvf8XI&feature=related
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente Ridículas.)
De Anónimo a 18 de Janeiro de 2009 às 19:16
Não tem nada a ver com o tema em questão, embora se trate de um primo em 3º grau. Por vezes detenho-me um pouco a rever "a matéria dada" e volto um pouco atrás para falar do comentário de "Fiel ao Sr. Leal ". Ora, não sei se o Sr. Leal sabe que em determinadas regiões existe o hábito de se usar a exclamação "cuidado c'o cão". portanto eu fiz referência ao cão mas relacionado com fiel (era nome que algumas pessoas davam aos cães). Portanto a ligação era com fiel e nada tinha de ofensivo para o senhor.
Não é meu hábito tratar mal as pessoas quer ela se chame Dr. Leal quer se chame tão só Faia do Carvalhal. Este Blog é servido por pessoas civilizadas e não é local indicado para criar distúrbios verbais, maltratando quem quer que seja; portanto há que ler os comentários e não fazer juízos errados sobre o que se escreve. Não podemos enfiar a carapuça se a mesma não nos serve ou se a nós não é dirigida.
Creio que estão feitos os esclarecimentos e postas as coisas no seu devido lugar.
Todo o descrito se refere ao título do Blog "HÁ PORTAS E PORTAS".
Brincar sim...maltratar sem razão nunca.
De Katekero a 18 de Janeiro de 2009 às 22:05
Caro anónimo. Penso que deve continuar a rever a matéria até ter a certeza que este "fiel ao Sr. Leal", não passa de uma fotocópia muito mal tirada e em papel de má qualidade, do verdadeiro original, ou seja, do Dr. Leal. Quanto a mim, a réplica ao verdadeiro é da vila e como disse, não chega aos calcanhares do original. Sem paternalismos, deixo-lhe um conselho; Tente ser mais perspicás e não seja tão crédulo. E já agora, um esclarecimento; Saiba que o comentário a seguir a seu foi feito por mim e era em resposta ao do "Fiel ao Sr...", que dizia mal de TODAS as pessoas da vila, mas por azar caiu fora do sítio. E já agora... Levemos isto com algum desportivismo.
De Fiel ao Sr. "Leal" a 19 de Janeiro de 2009 às 11:25
Caro anónimo,
Leal não é só um nome próprio, mas também um adjectivo. Todas as conjunturas que já se fizeram acerca da minha intervenção são da responsabilidade dos comentaristas. Tudo isto, só vem dar razão ao meu comentário anteriormente feito.
De Pedro Cardoso a 19 de Janeiro de 2009 às 17:29
PROGRAMA FESTA S. SEBASTIÃO
FESTA EM HONRA DE S. SEBASTIÃO VILAR MAIOR 2009
DOMINGO DIA 25 DE JANEIRO 2009
PROGRAMA
09:00 – ALVORADA
10:30 – MISSA NA IGREJA MATRIZ, SEGUIDA DE PROCISSÃO ATÉ À CAPELA DE S. SEBASTIÃO
12:30 – CONVÍVIO PARA TODA A POPULAÇÃO NO LARGO DA PRAÇA (ALMOÇO)
15:00 – GARRAIADA À MODA DE VILAR MAIOR
A organização não se responsabiliza por qualquer incidente que possa ocorrer durante os festejos.
Este poema de Pessoa ( que tem as suaus raízes em Alfaiates) foi escrito na semana antes da sua morte e tem uma razão de ser:
O poeta teve como única obcessão de vida a "sua obra literária". Desistiu inclusive do seu amor por Ofélia, a quem escreveu en´meras cartas numa linguagem pueril, ridícula. consciente de que estas cartas não abonavam a sua restante obra, escreveu Pessoa este poema, justificando-se pelas suas cartas de amor.
De João que ri a 21 de Janeiro de 2009 às 21:00
Em Alfaiates?!
De J.B. a 21 de Janeiro de 2009 às 23:06
Em Alfaiates sim. Assim rezam as crónicas da sua árvore genealógica, ao atribuir a sua descendência a Custódio da Cunha , trineto do alcaide-mor do castelo de Alfaiates Pêro da Cunha e sua mulher brites do Mercado, família judia convertida, natural daquela ex-vila.
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