
Haveria por perto habitações, um povoado, que não se faz uma igreja sem haver fieis. Fágeis habitações que com os anos ruíram e outras se ergueram.
Este é seguramente o monumento mais antigo de Vilar Maior, anterior ao castelo. Das rochas circunvizinhas terão sido extraídas as pedras que a constituem. Estão ainda bem visíveis as marcas do corte da pedra. E na construção, a quem nela bem atentar, observará várias reconstruções, consertos, remendos, alterações. Tivera tempo e havia de o gastar no deslindar deste testemunho de gentes que a olharam com os olhos do tempo que viveram.
De Anónimo a 28 de Janeiro de 2009 às 13:52
P'ra animar:
O passado, sempre as glórias do passado.
A saudade triste, lamurienta cansa.
E o futuro?
Nenhuma contribuição relevante de tão cultos, bem sucedidos e bem cheirosos filhos da terra.
Esperar apenas que os que ficaram morram ou vão para um lar em terras estranhas!
Vêm à festa, quando vêm, mostram os sinais da sua prosperidade (?), bebem e comem em casa dos que ficaram (que humildemente lhes dão o melhor que têm), e estes quando os veem ir embora mais arrependidos ficam de não ter feito o mesmo.
Belo "remoque"! Só não diz que à saída, até sacodem o pó das botas, para o não levarem agarrado...
Quer os que ficam, quer os que partem, ficam de coração partido; estou certo.
De Anónimo a 29 de Janeiro de 2009 às 14:12
"corazon partido" não é uma canção dum filho do Júlio ...Iglésias?
De Fiel ao Sr. "Leal" a 29 de Janeiro de 2009 às 13:16
Digam lá agora que eu não tenho razão. Vilar Maior e Vilarmaiorenses é muita parra e pouquíssima uva. Mas intelectuais, lá isso eles são.
De Lian a 1 de Fevereiro de 2009 às 23:58
Mas também há por aí quem diga que os invejosos em vez de sentirem prazer com o que possuem, sofrem com o que os outros têm .
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2009 às 21:19
Nada mais verdadeiro, infelizmente.
De
julmar a 2 de Fevereiro de 2009 às 22:24
Essa é mesmo a definição de inveja: não é querer ter como o outro, mas querer que o outro não tenha.
Já agora um livro interessante sobre o tema em:
http://badameco.blogs.sapo.pt/
mesmo ao lado
De Tonho a 2 de Fevereiro de 2009 às 22:48
Mas há mais tais como:
Os ataques de inveja são os únicos em que o agressor, se pudesse, preferia fazer o papel da vítima.
De Dofaleiro a 3 de Fevereiro de 2009 às 21:54
Um povo sem memória do passado é um povo sem história. E, sem história, sem passado, não há futuro. Por isso, deixe-se de bagatelas. Leia, instrua-se. Talvez ainda vá a tempo de deslindar outros horizontes.
De Dofaleiro a 4 de Fevereiro de 2009 às 00:02
No meu comentário anterior reporto-me ao comentarista que, obcecado pelo futuro, despreza o passado e distorce o presente pensando que o centro do mundo é Vilar Maior, aldeia da qual, por sinal, muito gosto..
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