Os enterramentos nas igrejas era comum até o governo de Costa Cabral, reinado de D. Maria II, que por decreto de 1844, os proibiu. Certamente, só a gente ilustre teria esse privilégio, sendo que os demais eram enterrados na parte exterior. A entrada da igreja matriz tem várias lápides e muitas foram levadas para outros locais (junto do atual cemitério) e outras foram usadas para fins profanos, algumas partidas para fazer degraus.
A que se encontra na fotografia é a única no interior da igreja, situando se à esquerda de quem entra na porta lateral virada a sul. A leitura imperfeita (sujeita a crítica) da referida lápide, diz: D. Luiza Bernarda Proença Teles Portugal, mulher de Bernardo capitão mor de Vilar Maior para ela e seus herdeiros descendentes jaz nela sua afilhada Luiza Bernarda é falecida anos 1777.
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