Museu Carlos Freire
Talvez não conheça, talvez não saiba que existe. O nome museu é da minha responsabilidade e a fotografia de um amigo meu, o professor Zé Barros que em 1997 me presenteou com um album fotográfico sobre Vilar Maior. Amavelmente o Carlos Freire, para além do copo hospitaleiro da praxe, abriu-nos a loja que durante anos ocupou a vida de seus pais - Albino Freire e Aninhas Frias e mais tarde a da professora Mariazinha e dele próprio - o COMÉRCIO. Encerrada a atividade comercial, os proprietários recolheram e organizaram mitos objetos da atividade comercial e de uso doméstico. Convidada a participar na Feira de Talentos, a professora Mariazinha acedeu a abrir nesse dia este magnífico espólio para que possamos reavivar a memória de objetos que faziam parte do nosso quotidiano.
A Feira de Talentos serve para partilhar um património que nos é comum. E, segundo, a parábola do Evangelho, todos temos talentos uns mais outros menos, sobretudo diferentes. O que não deveremos é escondê-los mas sim partilhá-los, que é a forma mais perfeita de os fazer render.