Antes do Largo das Portas, hoje um belo hall de entrada na vila, era o Arco a fortificada porta de entrada na cidadela. Aqui é a grande divisória do que é antigo - O Cimo da Vila - e do que é moderno - a Praça, o Pelourinho, toda a baixa, à exceção da Ponte sobre o Cesarão. O Arco é uma construção medieval, como o é a Torre ( não a Igreja) incluídos os muros adjacentes, bem como o Castelo e respetivas muralhas e, mais antiga, a Igreja de Nossa Senhora do Castelo. Num primeiro tempo, a Vila acantonou-se, amuralhada, na encosta virada a Sul. A casa contígua ao Arco era, ainda no princípio do século XX, rasteira ao chão; o edifício que hoje é um museu (fechado) era apenas o rés do chão, a que chamavam cadeia, junto do Barroco dos Martírios e a casa anexa (hoje também do museu), era a residência do professor quando o edifício começou a funcionar como escola primária foi construída, apenas, no último quartel do século XIX. A toponímia designa este lugar como Muro e Arco. A escadaria, foi construída recentemente, provavelmente no fim do século XIX, secundarizando a rampa ao lado do Arco.
Com a Idade Modena o poder castrense cede ao poder civil, o Castelo cede ao Pelourinho.
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