Eram tantas que, se nada se acrescentasse antes ou depois do nome, dificilmente se saberia de quem se estava a falar. Daí que, a maior parte das vezes, se lhe apusesse mais um nome próprio, um qualquer. Mas tratando-se de mulher que por linhagem, riqueza, posição social, formação se quisesse distinguir poderia fazer-se anteceder o nome de “Dona”. Recordo a Dona Maria, filha de Dona Evangelina. O mais frequente era substituir, no trato social, Maria por Marquinha. E aqui os da minha geração, basta puxarem pela memória para lhe ocorrer uma quantidade de marquinhas. Destas, uma ou outra, perdida a primeira sílaba, ficava a ser tratada como Quinha.
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