
Um lavrador tinha de ter brio na arada. Nem sempre se podia lavrar a direito. Olhando para o quadro a lavrar, teria de calcular por onde começar e como iria terminar. Se seriam regos a direito ou em curvatura ou, ainda, se teria de meter regos em falso. Pois, aí tem na fotografia como, dentro das muralhas circulares o lavrador, talvez o ti João Valente que encontrou a célebre espada da idade do bronze, executou a sua arada em geometria curvilínea. A população era muita e os recursos eram escassos. Toda a terra arável tinha de ser aproveitada, neste caso para a cultura do centeio. Estávamos na década de cinquenta do século XX. No século XIX, com a proibição dos enterros nas igrejas, houve um projeto para que, aqui, dentro das muralhas se fizesse o cemitério, não tendo acontecido por se verificar que o terreno não erá propício. O património estava abandonado, os rapazes mostravam a sua valentia em subidas arriscadas à torre de menagem, os namorados aproveitavam um passeio dentro de muralhas, os garotos divertiam a atirar pedras ao castelo ou a mostrar a sua força derrubando as muralhas. Não havia turistas, além dos conterrâneos urbanos que, em família, iam ver o castelo e tirar uma fotografia. Neste caso os visitantes são da família Simões Ferreira e Araújo.
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