Subir o leito do rio, neste verão seco em que apenas se conserva água num ou noutro charco onde se refugia toda a bicharada aquática, é uma atividade bem interessante:disfruta-se da frescura das árvores marginais - freixos, amieiros, salgueiros - e o piso é bem mais limpo que a maior parte dos caminhos. As pedras alisam-se pelo trabalho da água e da areia em movimento e nas rochas maiores vão-se escavando caprichosas formas geométricas, muitas delas em forma circular por força dos remoínhos, como estas do lugar do Insumidoiro. Assim se cumpre o provérbio popular - àgua mole em pedra dura...
Fósseis de vida vegetal abundam nestas rochas. Encontrará ainda uma infinidade de objetos da nossa civilização: penicos, pratos, bidons, latas de bebidas, telefones, televisores, embalagens de plástico. A mim chamou-me a atenção da bota que não resisti fotografar e que penso ser tão bela como a célebre pintura de Van Gog de um par de botas. Olhe bem para ela e talvez o ajude a construir uma história. Sim porque aquela bota tem uma história.
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